quarta-feira, 14 de agosto de 2019

[RESUMO] RAZÃO E SENSIBILIDADE


Vamos falar hoje sobre este livro de Jane Austen.

Sinopse: Após a morte de Henry Dashwood, sua esposa e filhas – a sensata Elinor, a romântica Marianne e a jovem Margaret – veem-se empobrecidas e obrigadas a trocar sua confortável mansão por um pequeno chalé em Barton Park. Enquanto Elinor é controlada e cautelosa, Marianne demonstra abertamente seus sentimentos, recusando-se a adotar a conduta hipócrita que é esperada dela. As irmãs enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas e são forçadas a encontrar o equilíbrio entre razão e emoção antes de conquistarem o verdadeiro amor.



 Não tenho medo de mostrar meus sentimentos e de fazer coisas imprudentes,
pois acredito que o que não se mostra, não se sente.
Coisa que talvez surpreenda muito a você,
pois os seus sentimentos são tão guardados que parecem
não existir realmente.


Neste livro somos mergulhados em uma época cheia de preconceitos, de costumes que prendia qualquer alma de ser livre. Conhecemos duas personagens que são opostas, a Marianne que é sensível e tudo demonstra sem pudor, causando descontentamento em sua irmã em algumas ocasiões. Marianne é a típica garota que acredita em "contos de fada" o tal príncipe encantado e isso a faz cair em uma ilusão de amor por Willoughby que não valia nem um centavo, um completo canalha. 


"Não é o tempo nem a oportunidade que determinam a intimidade, é só a disposição.
Sete anos seriam insuficientes para algumas pessoas se conhecerem,
e sete dias são mais que suficientes para outras."


A Elinor é a razão sempre contida, forte e tem uma visão crítica de todos e dos bons costumes, ela não expõe facilmente seus sentimos como a irmã pelo contrário ela evita falar para não preocupar a família. Ela se apaixona por Edward que irmão de sua cunhada, porém por um primeiro momento é comprometido. Porém eu não me encantei por essa obra, senti-me impelida a terminar, mas não por amar a obra.


 ❝Ela era mais forte sozinha, e o seu bom senso amparava-a tão bem,
a sua firmeza era tão inabalável, a sua aparência alegre tão invariável
quanto possível em meio a aflições tão recentes e tão amargas.


A escrita é boa, algumas partes bem rebuscada o que precisava dá uma segunda lida, amei a Elinor e odiei até o fim a Marianne, sempre se achando a mais sofredora, querendo sempre ser vista, as vezes eu repreendia ela primeiro que a Elinor (kkkkk). Por essa questão eu demorei a terminar o livro, pois na metade do livro as partes que de Elinor era sua preocupação sobre a irmã que agia de forma sensível de mais.  

Tem outros personagens como a Lucy que não gostei desde o primeiro momento, a qual acaba sendo uma víbora. Tem a sra. Jenning que era uma graça, sempre procurando alegria sem deixar as suas fofocas de lado.

O sr. Brandon eu o via como um homem que viveu o pior ao melhor, sua história é contada aos poucos ao longo da trama, e por ironia do destino se apaixona por Marianne que o vê apenas como um homem velho para se casar com uma jovem. (No fundo eu torcia por ele e Elinor, não minto sobre isso).


Ah, como é fácil falar em controle para aqueles
que não têm seus próprios motivos para sofrer!


Não culpo a Marianne por ser superficial, apesar dessa obra ter muitos anos não mudou a muito a forma de pensar da sociedade que se preocupa mais com o dinheiro que com amor. Acha que a beleza é essencial, se esquecendo que juventude passa.


"Dinheiro só pode trazer felicidade onde não há mais nada que a traga"


É ISSO BOA LEITURA!!

Sem comentários:

Enviar um comentário